Nelson, não sou mais a mesma!

*Uma reflexão sobre uma crônica escrita em 2015 Continuo te admirando, sendo grata por um momento da minha vida em que sua escrita me deu muita coragem. Cheguei a me considerar mulher rodriguiana, veja só você! Alguém apenas guiada pelas próprias emoções, alguém guiada apenas por impulsos. Alguém até um bocado masoquista. Mas não sou … Continue lendo Nelson, não sou mais a mesma!

EU NUNCA VOU ME ADAPTAR

*Texto originalmente publicado em 2016, no Barasa Plutônica Na contramão sigo porque é o melhor caminho. Por que preciso pensar como querem que eu pense? Por que preciso me render ao que o gênero ao qual pertenço dita sobre o meu comportamento? Por que preciso me render a um gênero? Por que preciso me inspirar … Continue lendo EU NUNCA VOU ME ADAPTAR

Claridade

*Texto originalmente publicado no blog Barasa Plutônica em 2018 Os espelhos me perguntam: Quem é você? As letras me pedem: escreva como você escreve. Meus sonhos me pedem mais energia e crença. Minha vida pede para que eu não tenha medo de morrer. Minha respiração me pede mais inspiração e olhos fechados. Minha cor mais … Continue lendo Claridade

Escrita terapêutica – revisitando pensamentos

Você já deve ter ouvido falar na escrita terapêutica. Para simplificar: você já deve ter se deparado com algo que tenha escrito há algum tempo e que faça total sentido hoje ou nenhum sentido. Sou de um tempo em que as pessoas tinham o hábito de escrever em diários e, dentro deles, havia mais do … Continue lendo Escrita terapêutica – revisitando pensamentos

É preciso deixar a esperança guiar a alma

Texto originalmente publicado em Barasa Plutônica Será que basta a gente dizer que tem esperança? Será que basta dizer a si mesmo todos os dias, mesmo diante de adversidades que existe  esperança? Às vezes acho que ter esperança também é uma questão de estar atento aos sinais… De deixar os pequenos detalhes do cotidiano mostrarem … Continue lendo É preciso deixar a esperança guiar a alma

Você não pode ter sempre o que quer

Vamos lá, estou ouvindo uma música que há algum tempo não cantarolo dos Stones - You Can’t Always Get What You Want. Talvez eu fique nessa o resto da semana ou do mês. Músicas falam muito comigo. Tenho certeza de que já escrevi algo ouvindo essa música, mas não me lembro o texto. Você não … Continue lendo Você não pode ter sempre o que quer

Não há nada de errado em ser plateia

originalmente publicado no blog Barasa Plutônica Todo mundo quer o seu famoso lugar ao sol, mas também é verdade que muita gente também queria ser o sol. Muita gente queria brilhar como as estrelas ou ser tão querida quanto uma bela lua cheia. Muita gente quer ser alvo dos holofotes, dos aplausos, dos assovios, do … Continue lendo Não há nada de errado em ser plateia

A busca pelo Trevo de Quatro Folhas

*Texto originalmente publicado no blog Barasa Plutônica Não poderia jamais reclamar da minha infância, foi sublime, repleta de fantasias, de brincadeiras, de histórias, de pinturas, de amigos imaginários, de músicas infantis… e repleta de trevos,− uma planta que floresce na primavera e no verão, é conhecida como trevo de quatro folhas, mas os delicados trevos geralmente … Continue lendo A busca pelo Trevo de Quatro Folhas

E me fez ficar assim…

*texto orginalmente publicado em 2015 no blog Barasa Plutônica Aqui estou ouvindo Maysa, Meu Mundo Caiu e posso sentir a loucura, a passionalidade e a sofreguidão. Na verdade lembrando de Maysa, lembrando de Vinicius de Moraes e lembrando de seres profundos que existirão por toda a eternidade, deixo aqui meu brinde… Um brinde à loucura! Aos seres … Continue lendo E me fez ficar assim…

Síndrome da Impostora – Não se sentir boa o bastante

Temos ouvido falar cada vez mais na Síndrome da Impostora, que acomete principalmente o público feminino. Classifica-se a síndrome como baixa autoestima para o desempenho de alguma função em um espaço tradicionalmente ocupado por homens, levando as mulheres à crença de que precisam trabalhar mais e melhor para ter direito a esse reconhecimento. A atriz … Continue lendo Síndrome da Impostora – Não se sentir boa o bastante